Beginer Sora recorreu ao livro da vampira, um livro ao qual apenas a família real tinha acesso. Leu-o por inteiro, ficou um pouco pensativa e depois teve uma idéia. Foi até o estábulo pedir a ajuda de Beginer. - Beginer vai haver uma guerra e eu preciso da sua ajuda. Beginer fica abalada. -Preciso que você vá até o país Novo pegar um objeto. - Ir até o país novo? Isso seria suicídio! - Tem que se arriscar. Aquele reino é forte e podemos morrer se houver uma guerra. Beginer ficou calada. - Sua vida vale mais que a de todo reino? Beginer prosseguiu quieta. - Por favor. -Você é a minha única amiga e eu não tenho nada a perder. - Preciso que você pegue a chave da vampira. Terá que abrir sua famosa sepultura. -Seja grata a mim o resto de sua vida. -Serei. Beginer beija a testa de Sora. - Gosto muito de você. -Eu sei. - Você sabe que tudo que eu sei foi tirado do diário da vampira. Você acha que depois de morta ela escreveria onde foi enterrada? -Não. - Tchau. Boa sorte! -Precisarei mesmo. Sora ficou observando Beginer partir ao longe. Ficou culpada por não corresponder a forte amizade que Beginer sentia por ela. Ela arriscaria a própria vida. Sora pensou bem e decidiu que caso Beginer voltasse com a chave, ela conversaria com o Rei para que Beginer fosse bem recompensada. Estava preocuda, pois achava que Beginer era apenas uma criança frágil, não teria condições de voltar com a chave. Será que tudo estava perdido? Será que seu reino seria destruído?